Protocolo ajuda docentes a avaliar IA em línguas com poucos recursos
Um novo estudo apresenta um protocolo para professores de línguas testarem chatbots de IA generativa em atividades típicas de ensino, como resumir textos, criar diálogos, explicar gramática e oferecer feedback. O piloto, realizado com 46 docentes universitários de 26 idiomas no Microsoft Copilot, indica que a IA funciona melhor em línguas com mais dados disponíveis, mas pode ser útil também em línguas de baixo recurso, desde que o professor revise, adapte e contextualize o material antes de levá-lo à sala de aula.
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